No inverno, dê um Up na malhação com Pilates
Método, quando combinado com exercícios aeróbios, potencializa emagrecimento
Se, com a chegada do frio, a tentação de interromper a ida à academia ou ao treino é grande, saiba que malhar no inverno pode ser ultravantajoso. O organismo, nessa época, necessita de mais energia para se manter aquecido, ou seja, o metabolismo fica mais acelerado e ocorre uma maior perda calórica. Perfeito, não? Além de dar uma mãozinha no emagrecimento, pode-se também turbinar o treino, investindo em novas modalidades indoor que colaborem para definir o corpo, até como forma de motivação. Uma opção que confere benefício duplo, sendo sucesso nas academias, é o Pilates: acelera a perda dos quilinhos extras e é praticado em estúdios, protegendo o organismo do frio de parques e clubes.
Apesar de não ser uma atividade aeróbia, o método trabalha intensamente os músculos profundos e a região do core, além de tonificar pernas, braços e abdômen. "O nível de eficácia da prática, ao ser intercalada com um exercício físico de alto gasto calórico, como corrida, ciclismo, power jump, é muito maior", garante a professora Rafaela Porto da Pilates StudioFit. "Além de criar uma massa magra e promover uma respiração profunda, o Pilates auxilia na queima calórica por conter exercícios de resistência muscular", complementa.
Quando as temperaturas estão realmente baixas, até nos ambientes internos, o tempo da atividade física deve ser maior. Segundo a educadora, até um aquecimento mais longo se torna essencial nessa época do ano, pois lubrificam as articulações e preparam o corpo para receber o impacto e esforço físico. "No aquecimento, é indispensável a mobilização das principais articulações do nosso corpo e o Pilates consegue seguir esse princípio durante toda a aula. Para isso, utiliza-se exercícios específicos como, por exemplo, alongamento de uma perna, oblíquos, tesoura, flexão lateral, flexão de braço, entre outros".
O bacana é que, no Pilates, o aluno não precisa repetir até a exaustão determinado movimento, pois a eficiência não está na quantidade e, sim, na qualidade. Por isso, inclusive, precisar a perda de calorias durante uma aula é bem difícil, já que cada sessão tem objetivos diferentes. Em média, são consumidas 400 cal por aula, independentemente do formato (Mat ou estúdio).
Com a prática regular do Pilates, duas ou três vezes por semana, Rafaela garante que em apenas um mês já é possível sentir uma musculatura mais forte, equilibrada e o alívio de desconfortos gerados por dores musculares. Agora, se o objetivo é ficar com o corpo sarado, os resultados demoram um pouco mais, em torno de dois a três meses. Tempo suficiente para chegar ao verão no pique e esbanjando boa forma.
Fonte:Pilates Studio Fit 30/6/2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Hernia de disco pode ser curada com ...Pilates
Hérnia de disco: doença pode ser curada com tratamento de terapias corporais, fisioterapia e Pilates
Estudos recentes da Escola Paulista de Medicina revelou que cerca de 70% da população brasileira com mais de 40 anos sofre de algum tipo de problema na coluna. Se exames de diagnóstico forem realizados em todos os pacientes que sofrem do mal, cerca de 40% dos casos detectarão hérnia de disco. Os números preocupantes deixam um alerta: a doença tem cura, mas exige tratamento adequado e acompanhado por profissionais devidamente capacitados e preparados.
Fatores genéticos, psicológicos, obesidade, permanência por muito tempo sentado ou na mesma posição são algumas das causas para o desenvolvimento das lesões na coluna. "Os discos intervertebrais que suportam as cargas e peso do corpo desgastam-se ao longo dos anos ou pelo uso inadequado ou por movimentos repetitivos, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, ocorre uma ruptura da parede do anel fibroso", define Dra. Tânia Tavares Pina, fisioterapeuta do Centro de Bem-Estar Khora.
Os sintomas podem variar dependendo da região afetada. Os mais comuns que detectam a doença são formigamento doloroso ou não nos membros inferiores e superiores. A doença pode afetar somente as extremidades do corpo como pés e mãos, diminuir a sensibilidade ou até provocar fraqueza em uma ou ambas as pernas.
A boa notícia é que o mal tem cura e a última opção é a indicação de cirurgia. O tratamento pode variar entre fisioterapia, terapias corporais e Pilates e atingem resultados surpreendentes.
"O aquecimento do local provocado pelo calor das mãos em contato com o corpo ajudam a descomprimir os nervos inflamados e reduzem a dor", explica a fisioterapeuta.
A atividade física também é parte fundamental no combate a doença. "A união das terapias corporais com o autêntico Pilates são capazes de minimizar dores e proporcionam uma melhora significativa na qualidade de vida. A busca interminável pelo bem estar vem crescendo a cada dia", diz a diretora executiva do Centro de Bem-Estar Khora, Patrícia Castellar Pirozzi.
O autêntico Pilates utiliza diferentes equipamentos e exercícios que proporcionam melhora na consciência corporal, aumentam a flexibilidade e fornecem equilíbrio e força muscular para a coluna. Concentração, fluidez, controle, respiração e força são os princípios básicos do método que reeducam a postura de forma uniforme, evitando assim prejuízos em toda a estrutura corporal óssea.
http://contatocomunicacao.blogspot.com
Fonte:Contato Comunicação & Marketing 14/7/2010
Estudos recentes da Escola Paulista de Medicina revelou que cerca de 70% da população brasileira com mais de 40 anos sofre de algum tipo de problema na coluna. Se exames de diagnóstico forem realizados em todos os pacientes que sofrem do mal, cerca de 40% dos casos detectarão hérnia de disco. Os números preocupantes deixam um alerta: a doença tem cura, mas exige tratamento adequado e acompanhado por profissionais devidamente capacitados e preparados.
Fatores genéticos, psicológicos, obesidade, permanência por muito tempo sentado ou na mesma posição são algumas das causas para o desenvolvimento das lesões na coluna. "Os discos intervertebrais que suportam as cargas e peso do corpo desgastam-se ao longo dos anos ou pelo uso inadequado ou por movimentos repetitivos, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, ocorre uma ruptura da parede do anel fibroso", define Dra. Tânia Tavares Pina, fisioterapeuta do Centro de Bem-Estar Khora.
Os sintomas podem variar dependendo da região afetada. Os mais comuns que detectam a doença são formigamento doloroso ou não nos membros inferiores e superiores. A doença pode afetar somente as extremidades do corpo como pés e mãos, diminuir a sensibilidade ou até provocar fraqueza em uma ou ambas as pernas.
A boa notícia é que o mal tem cura e a última opção é a indicação de cirurgia. O tratamento pode variar entre fisioterapia, terapias corporais e Pilates e atingem resultados surpreendentes.
"O aquecimento do local provocado pelo calor das mãos em contato com o corpo ajudam a descomprimir os nervos inflamados e reduzem a dor", explica a fisioterapeuta.
A atividade física também é parte fundamental no combate a doença. "A união das terapias corporais com o autêntico Pilates são capazes de minimizar dores e proporcionam uma melhora significativa na qualidade de vida. A busca interminável pelo bem estar vem crescendo a cada dia", diz a diretora executiva do Centro de Bem-Estar Khora, Patrícia Castellar Pirozzi.
O autêntico Pilates utiliza diferentes equipamentos e exercícios que proporcionam melhora na consciência corporal, aumentam a flexibilidade e fornecem equilíbrio e força muscular para a coluna. Concentração, fluidez, controle, respiração e força são os princípios básicos do método que reeducam a postura de forma uniforme, evitando assim prejuízos em toda a estrutura corporal óssea.
http://contatocomunicacao.blogspot.com
Fonte:Contato Comunicação & Marketing 14/7/2010
Mais exercício e menos remédios
Notícias - Seu Cliente
Mais exercício e menos remédio
Por Fabio Reynol - Agência FAPESP - Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito.
A conclusão é de Leonardo José da Silva, no trabalho de mestrado "Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família", realizado na Universidade Federal de São Paulo com Bolsa da FAPESP.
Silva acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.
"Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine", disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo.
Os resultados do estudo de Silva foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá.
Silva contou com uma parceria entre a Unifesp e o Centro de Estudos de Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. "Trata-se de uma população pequena e estável, o que facilita o acompanhamento dos participantes durante prazos mais longos", disse.
As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas frequentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé.
O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.
Economia de medicamentos
Segundo Guiomar, os resultados do estudo poderão subsidiar políticas públicas que incentivem a atividade física visando à prevenção e controle das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, reduzindo despesas com medicações e internações.
"Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento", disse a orientadora.
A relação causa e efeito entre atividade física e consumo de medicamentos ainda está sendo estudada. A redução dos níveis de pressão arterial proporcionada pela atividade física é uma das hipóteses levantadas pelo estudo de Silva, uma vez que a doença é uma das mais comuns entre a população idosa, estando presente em mais da metade das pessoas acima de 60 anos.
O diabetes, com prevalência de 25% entre idosos, é outra enfermidade afetada pelo nível de atividade física. "Há estudos indicando que exercícios respiratórios aumentam a sensibilidade do organismo à insulina", comentou a professora da Unifesp.
Esse efeito é importante para as pessoas em cujos organismos a insulina não atua de maneira eficiente. "A resistência à insulina tem alta prevalência na população idosa e se caracteriza pela menor resposta à insulina, com aumento discreto da glicemia e da insulinemia. Estes fatores juntos contribuem para a obesidade e o aumento do risco de doenças cardiovasculares", disse.
As mulheres são as que mais se beneficiam da prática de atividades físicas, no caso levantado em São Caetano do Sul. Guiomar conta que a pesquisa se restringiu ao público feminino porque ele representa a grande maioria dos participantes do programa.
A professora ressalta que não são completamente conhecidas as razões que levam a menor participação masculina nessas atividades. "Sabemos que a mulher tem expectativa de vida um pouco maior do que a do homem, aumentando a frequência de mulheres viúvas e sozinhas, porém esse fato não explica a absoluta ausência masculina", disse.
Segundo Silva, o estudo destaca o fortalecimento da medicina preventiva, área que se encontra em crescimento e tem laços com a educação física. "A prescrição de medicamentos ainda é preponderante na prática médica. Podemos diminuir esse consumo de remédios com métodos de prevenção baratos e simples como a atividade física", sugeriu.
www.areadetreino.com.br
Mais exercício e menos remédio
Por Fabio Reynol - Agência FAPESP - Um estudo verificou que mulheres acima de 60 anos que praticam 150 minutos por semana de atividades físicas moderadas, como caminhadas, consomem menos remédios em comparação às que não têm o mesmo hábito.
A conclusão é de Leonardo José da Silva, no trabalho de mestrado "Relação entre nível de atividade física, aptidão física e capacidade funcional em idosos usuários do programa de saúde da família", realizado na Universidade Federal de São Paulo com Bolsa da FAPESP.
Silva acompanhou 271 mulheres com idade acima de 60 anos que participaram do Programa de Saúde da Família, organizado pela Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.
As participantes que cumpriram um programa de exercícios variados de no mínimo 150 minutos semanais apresentaram consumo de medicamentos 34% menor em comparação às mais sedentárias.
"Esse tempo mínimo de exercícios de 2,5 horas semanais é preconizado pela American Heart Association e pelo American College of Sports Medicine", disse Silva à Agência FAPESP. Com menos de 10 minutos semanais de atividade física o indivíduo é considerado sedentário e entre 10 minutos e 150 minutos de exercícios por semana ele é categorizado como insuficientemente ativo.
Os resultados do estudo de Silva foram apresentados em maio no 3th International Congress Physical Activity and Public Health realizado em Toronto, no Canadá.
Silva contou com uma parceria entre a Unifesp e o Centro de Estudos de Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Guiomar Silva Lopes, professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e orientadora de Silva, considera o programa oferecido pela cidade paulista aos idosos uma valiosa fonte de pesquisa. "Trata-se de uma população pequena e estável, o que facilita o acompanhamento dos participantes durante prazos mais longos", disse.
As atividades físicas disponibilizadas incluem caminhadas, exercícios de aprimoramento de força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica. Há também visitas domiciliares feitas por agentes de saúde, nas quais os idosos são incentivados a praticar atividades físicas frequentes, como ir ao mercado ou fazer um passeio a pé.
O consumo de remédios das participantes da pesquisa foi avaliado por meio do cadastro da Secretaria Municipal da Saúde de São Caetano do Sul. Na base de dados estão registradas informações relevantes sobre todos os participantes do Programa de Saúde da Família, incluindo os medicamentos consumidos regularmente.
Economia de medicamentos
Segundo Guiomar, os resultados do estudo poderão subsidiar políticas públicas que incentivem a atividade física visando à prevenção e controle das doenças crônicas associadas ao envelhecimento, reduzindo despesas com medicações e internações.
"Podemos perceber a importância desse estudo ao constatar que o idoso consome, no mínimo, cinco medicamentos associados a doenças ligadas ao envelhecimento", disse a orientadora.
A relação causa e efeito entre atividade física e consumo de medicamentos ainda está sendo estudada. A redução dos níveis de pressão arterial proporcionada pela atividade física é uma das hipóteses levantadas pelo estudo de Silva, uma vez que a doença é uma das mais comuns entre a população idosa, estando presente em mais da metade das pessoas acima de 60 anos.
O diabetes, com prevalência de 25% entre idosos, é outra enfermidade afetada pelo nível de atividade física. "Há estudos indicando que exercícios respiratórios aumentam a sensibilidade do organismo à insulina", comentou a professora da Unifesp.
Esse efeito é importante para as pessoas em cujos organismos a insulina não atua de maneira eficiente. "A resistência à insulina tem alta prevalência na população idosa e se caracteriza pela menor resposta à insulina, com aumento discreto da glicemia e da insulinemia. Estes fatores juntos contribuem para a obesidade e o aumento do risco de doenças cardiovasculares", disse.
As mulheres são as que mais se beneficiam da prática de atividades físicas, no caso levantado em São Caetano do Sul. Guiomar conta que a pesquisa se restringiu ao público feminino porque ele representa a grande maioria dos participantes do programa.
A professora ressalta que não são completamente conhecidas as razões que levam a menor participação masculina nessas atividades. "Sabemos que a mulher tem expectativa de vida um pouco maior do que a do homem, aumentando a frequência de mulheres viúvas e sozinhas, porém esse fato não explica a absoluta ausência masculina", disse.
Segundo Silva, o estudo destaca o fortalecimento da medicina preventiva, área que se encontra em crescimento e tem laços com a educação física. "A prescrição de medicamentos ainda é preponderante na prática médica. Podemos diminuir esse consumo de remédios com métodos de prevenção baratos e simples como a atividade física", sugeriu.
www.areadetreino.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)