sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Como manter a Saúde num mundo Poluído




Como Manter a Saúde num Mundo Poluído?




Mundo Poluído
Stock Xchng
Não é mesmo fácil conseguir driblar os desafios do dia-a-dia nas grandes cidades e desfrutar, com saúde, da chamada vida moderna.

É curioso e paradoxal pensar que trabalhamos tanto para chegar ao século XXI, rodeados de prazeres e confortos oferecidos pela vida moderna, e de repente descobrir que estes mesmos bens e confortos ameaçam a saúde mundial.

 
Complicado de entender? Nem tanto, eu explico: quem já não curtiu fazer aquela paradinha básica num café, a caminho do serviço, e sair saboreando um delicioso cappuccino servido em copo descartável? Ou então, sem tempo de sair na hora do almoço, quem já não pediu ao colega de trabalho para trazer uma comida quentinha e recebeu o alimento acondicionado numa embalagem de isopor, plástica ou de papelão? Fácil de acontecer, não é mesmo?

Agora imagine o prazer de, no final do dia, você entrar no seu carro, talvez ainda cheirando a plástico, e parar na lavanderia para pegar aquele traje especial, lavado a seco, para a comemoração de hoje à noite. Visualizou? 

Ótimo! Estes são apenas alguns exemplos da quantidade de produtos químicos e contaminantes que entramos em contato diariamente e não nos damos conta. Pior ainda, não temos a menor ideia de que estes produtos plásticos e químicos podem estar causando um número infinito de problemas: desde obesidade às doenças autoimunes. 

Como? É sabido que a dioxina e outros pesticidas, inseticidas e plastificantes como o BPA -bifenol - amplamente utilizados em embalagem de milhões de produtos alimentares, incluindo copos para bebidas quentes, interferem na função hormonal. No entanto, muito embora seja do conhecimento das ciências e pesquisadores, nós não temos a compreensão de que o contato diário com pequeninas doses destes produtos químicos pode, de maneira traiçoeira, afetar o sistema imunológico e a resistência do corpo a muitas doenças. 

Mas os problemas não param aí! Pois há grandes chances de que o seu traje especial, lavado a seco, tenha sido tratado com percloroetileno. Outro conhecido produto químico banido do mercado por ser carcinogênico e interferir no sistema nervoso e imunológico. E os resíduos do produto não somente permaneceram na sua roupa após a lavagem, como se acumularão cada vez que a roupa voltar à lavanderia e for tratada com o mesmo produto. Este, facilmente detectável no solo, água e ar, é cumulativo e hoje é encontrado em níveis altíssimos no nosso corpo.

Mas o que fazer para tentar fugir da exposição maciça de contaminantes do solo, água e ar? Adote um senso crítico e investigador. Por exemplo, fique de olho nos alimentos: dê preferência aos naturais. Quanto mais processado e embalado para durar nas prateleiras dos mercados, maior o risco. 

Escolha os produtos orgânicos: frutas, verduras, carnes e frangos tratados sem o uso de pesticidas ou antibióticos. Embora mais caros, poderão não somente evitar as despesas médicas futuras, como também ter que lidar com as consequências de uma doença ligada ao sistema imunológico ou nervoso. 

Caso você já tenha sido diagnosticado com alguma doença autoimune é importante não se desesperar. Saiba que, assim como você, milhões de pessoas também estão recebendo o mesmo diagnóstico de doença incurável. No entanto, há muito que pode ser feito e muitos estão encontrando o bem-estar e a recuperação da saúde usando, tão somente, uma dieta balanceada, natural e equilibrada.

Não "compre" a falsa ideia de doença hereditária. Para ser hereditária a doença começou em algum momento. O que proporcionou a expressão de um determinado gene é assunto da epigenética, e hoje sabemos muito bem que é preciso a combinação de vários fatores, incluindo os externos, para resultar na doença. Portanto, procure ajuda e ouça diversos especialistas antes de optar por um tratamento que poderá trazer sérios efeitos colaterais. 

 
Boa saúde!

Declaração: Fora estudos práticos, as informações desse artigo foram baseadas em pesquisas conduzidas pelo autor e estas não devem substituir o seu relacionamento com médicos qualificados e não devem ser entendidas como um conselho médico. A intenção é partilhar conhecimento e informação vindos a partir de pesquisas e experiências do autor. A autora encoraja a todos que façam suas próprias decisões médicas levando em conta suas próprias pesquisas auxiliadas por profissional médico qualificado.
 
Fonte: Rosanne Martins: Autora do livro Por que Sonhar Se Não Para Realizar?”, Bióloga, certificada em Winnipeg em Grupos de Sucesso da autora Barbara Sher, graduada no programa de Coaching, Success Principal, de Jack Canfield e em curso avançado de Psych-K, técnica desenvolvida com o objetivo de mudar crenças na mente subconsciente. Recentemente certificou-se pela Escola de Self-Healing (Auto-Cura) em São Francisco, Califórnia e atua como Terapeuta e Palestrante Motivacional. Site: www.rosannemartins.com.br

Sono x Alimentação




NUTRIÇÃO: Como a alimentação pode ajudar você a dormir melhor




NUTRIÇÃO: Como a alimentação pode ajudar você a dormir melhor
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Você dorme mais de seis horas por noite?

Se a resposta é sim, ótimo, você faz parte de dois terços da população mundial que têm uma boa noite de sono.

Estudos já apontam que cerca de um terço da população adulta do mundo dorme menos de seis horas por noite, o que já caracteriza distúrbio do sono e os motivos são diversos: aumento da jornada de trabalho, preocupações de ordem pessoal e financeira, Internet e até mesmo algumas deficiências nutricionais e alimentar.

As pesquisas têm avançado muito nesse campo e já demonstram haver paralelo entre os distúrbios do sono no metabolismo neuroendócrino e o desenvolvimento de algumas doenças como obesidade, diabetes, síndrome metabólica, problemas cardiovasculares e outras.

São muitos os fatores que podem contribuir para uma noite mal dormida. Luminosidade do ambiente, hiperatividade mental noturna, alimentar-se em excesso e tarde da noite, consumo de álcool e alimentos estimulantes à noite (café, chá, chocolate, refrigerantes à base de cola, etc).

Quanto ao aspecto alimentar, existem estudos onde se aprofundam a modulação nutricional adequada a garantir uma qualidade de sono superior. Em linguagem mais cotidiana e simplificada, o que se busca, em linha geral, é oferecer ao paciente que está lutando contra a insônia um tratamento nutricional que o ajude nesse processo, proporcionando uma adequada síntese de serotonina e sua conversão em melatonina, que em baixos níveis no organismo pode desencadear um processo de insônia.

Alimentos ricos em ômega 3, como os peixes em geral, especialmente o salmão, o atum, a sardinha e outros -, podem contribuir muito no aumento dos níveis de serotonina e, consequentemente, de melatonina no organismo, favorecendo um melhor sono. Outros alimentos que podem ser um aliado de quem busca noites mais tranquilas são  as nozes, banana, abacaxi, kiwi, ameixas, abacate, castanhas. Estudos recentes até quantificam os níveis de melatonina em uma lista com mais de 30 alimentos e sugerem a formação de um cardápio que inclua os pimentões vermelhos, amarelos e verdes, por exemplo. Os pimentões foram considerados como os alimentos que têm um dos mais elevados índices deste hormônio. Também o suco da cereja e uma dose diária de vinho tinto, ingerida mais pro final da tarde ou começo da noite, também são aliados do bom sono.

Além desses, uma dieta que considere doses adequadas de ácidos  graxos e compostos bioativos, como a capsaicina, que pode ser encontrada na pimenta vermelha; o gingerol, presente no gengibre, também são capazes de gerar um quadro nutricional mais favorável ao sono. Claro que tudo isso deve ser seguido com uma orientação profissional, no campo nutricional.

“Mas é importante saber o quanto  uma alimentação funcional  e equilibrada, orientada para as necessidades e características de cada indivíduo, pode fazer pelo bem-estar das pessoas e o quanto as pesquisas têm evoluído e nos trazido novas soluções a cada dia”, recomenda Daniela Campi, nutricionista, especializada em emagrecimento e nutrição clínica preventiva.

Por que Pilates é tão bom para as gestantes?


Por que o Pilates é tão bom para as gestantes?

Por que o Pilates é tão bom para as gestantes? Foto: Chico Audi
Muitas mulheres acreditam que o Pilates seja um dos melhores exercícios para se fazer durante e depois da gravidez. E elas estão corretas.
Uma das principais razões que torna o Pilates tão bom para as gestantes, é porque ele é uma atividade física de baixo impacto e ótimo para auxiliar no fortalecimento dos músculos centrais do corpo. Se o abdômen, as costas e o assoalho pélvico estão tonificados, eles suportarão com mais conforto e resistência o período de gestação e a hora do parto.
A capacidade de adaptação dos exercícios também é um fator importante que torna o Pilates a atividade física predileta das grávidas. A maioria deles pode ser modificada de acordo com cada fase da gravidez para permitir exercícios mais suaves ou focados em determinada área do corpo.
Além disso, o Pilates também é famoso por ajudar as novas mamães a recuperar a forma física que tinham antes da gravidez.
É sempre importante relembrar que, antes de iniciar qualquer atividade física, a mãe procure por orientação médica. Se ela nunca fez Pilates antes, é interessante que procure por uma turma de Pilates no Pré-Natal, ou então um instrutor que possa lhe dar total atenção durante a prática dos exercícios.
Pilates não aumenta a pressão sobre as articulações ou sobre as costas. Na verdade, as costas serão fortificadas, assim como o estômago e os músculos ao redor da região pélvica – o que permite uma mais fácil gestação, ao parto e recuperação.
Confira como os exercícios de Pilates pode ajudar em cada fase da gestação:
Pilates no primeiro trimestre de gravidez
Nos primeiros três meses de gestação, as mudanças nos hormônios podem fazer com que a mulher se sinta exausta e com náuseas. Contudo, exercícios leves podem ser feitos e, muitas vezes, podem realmente energizar o corpo e fazer com ela se sinta melhor fisica e mentalmente.
Pilates no segundo trimestre de gravidez
O segundo trimestre é, para a maioria das mulheres, a parte mais fácil da gravidez. Embora o corpo esteja mudando e se expandindo, os níveis de energia são geralmente elevados, e é aí que os exercícios devem ser maximizados, para proporcionar todas as vantagens do treinamento para os meses seguintes.
Pilates no terceiro trimestre de gravidez
No terceiro trimestre, as mulheres tendem a se sentir pesadas e com a constante sensação de desconforto. Os hormônios começam a se projetar para afrouxar as articulações do quadril podendo causar dores nas costas. O peso adicional do bebê pode modificar a noção de equilíbrio, as penas podem ficar inchadas e varizes podem se desenvolver. O Pilates ajuda a todas estas condições associadas à gravidez, reforçando os músculos centrais que, por sua vez, levam à melhora da postura e da circulação.
Trabalho de Parto
A melhora no tônus muscular e na circulação, obtida através da prática do Pilates também será de valor durante o trabalho de parto. Uma circulação melhorada permite uma maior oferta de oxigênio para o útero e torna o parto menos sofrido para o bebê. E, claro, as técnicas de respiração utilizadas no Pilates podem ajudar com o controle da respiração durante o parto.